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Erosão em estágio avançado de degradação, em área de mineração exaurida, com água pluviais incidindo sobre toda área, com ausência total de sistema de drenagem.
Utilizou-se técnicas de bioengenharia para recuperação e controle da erosão, fazendo-se uso das seguintes técnicas:
Construção de sistema de drenagem profunda com seção de 2 x 1 m e drenagem superficial no eixo principal da erosão com uso de gabião para ter flexibilidade em razão da movimentação de massa, e para manter a drenagem sempre em atividade. Construiu-se várias bermas artificiais, em razão do grande comprimento dos taludes (50m), com isso reduz o run-off, evitando a formação de sulcos erosivos. As concavidades erosivas foram preenchidas com uso de bermalonga D40, independente da declividade e dimensão.
Para a proteção vegetal utilizou-se hidrossemeadura de alto padrão com sementes de gramíneas e leguminosas à base de 240 kg/ha de 11 espécies. Por fim a proteção da superfície dos taludes foi feita com biomanta antierosiva de alta resistência do tipo Tela Sintemax 400 TF.
Após 10 anos da execução do trabalho, o local não parece ter tido uma grande erosão, encontra-se todo vegetado com plantas nativas ocupando toda área, em razão das áreas adjacentes serem constituídas de vegetação nativa.